Aspectos das obras que as tornam mais ou menos contemplativas / interativas
• Todas as paredes com fotografias e um banco posicionado no meio, como se fosse para observação.
• As cores nas fotografias seguem um padrão, as primeiras mais saturadas e aos poucos diminui até chegar em uma saturação mais fria.
• A obra, por ser composta por fotografias, retratos congelados mesmo que remeta a movimento, trás um caráter contemplativo.
• O autor parece querer retratar a realidade crua das pessoas de uma forma natural, retratando a realidade, sem pesar e isso, é incentivado pelas fotos terem uma intensidade alta.
Observar a relação da obra com o prédio. Quais as interferências do prédio na obra?
• Luz e sombra, iluminação focal nas fotografias.
• A sala, como se fosse uma tela branca, não possui nada que tire o foco das obras.
• O Brilho das imagens - spots localizados no teto direcionando iluminação exclusivamente à elas.
Reparar os percursos internos do prédio. Como o prédio nos conduz até a obra?
• Apesar do espaço ser aberto existe um direcionamento, tanto pela temperatura das fotografias, tanto pelo percurso interno para acessar a sala
Observar o prédio no contexto do Inhotim. Como se dá sua inserção na paisagem? Como são os percursos até o predio?
• O tema é um tabu, local isolado, para chegar nessa sala, tem que descer para acessar.
• Caminho até aqui tem muita natureza, e viemos contemplando ela no caminho até aqui.
• O predio em si mescla com o entorno por possuir tons terrosos seguindo essa proposta de tema tabu.
INTERNO
O inhotim é um ambiente, calmo e gostoso de se estar, leve, refrescante, a imensidão do lugar junto com a forte presença da natureza e o seu cheiro somado ao silêncio mais rural desperta todas essas sensações, e as obras que compõem esse museu contemporâneo são, para mim, aguçadores da curiosidade inata humana, achei divertido ser surpreendida a cada obra diferente.
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